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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Desenho de uma banda underground


Esse foi um desenho encomendado para que eu fizesse para a capa do cd de uma banda underground em  2004. Pediram para que eu transformasse os membros da banda em mangá, todo mundo me disse na época que ficou muito legal. Depois me falem o que acharam...

Love Competition


Esses são personagem de uma historinha bem romântica que escrevi para meu amigo Wagner desenhar. No final, ele foi morar longe, passou a fazer desenho animado e abandonou nossa história. Os personagens ficaram orfãos, acho que vão ficar esperando pra sempre que ele volte a desenhá-la, junto comigo. O que não consigo entender é que ele passou um tempão me pedindo para escrever esse shojo mangá pra ele, na época ele queria treinar esse tipo de traço e tal. Quando enfim, eu topei escrever e fazer os layouts, o guri some... Ele chegou a desenhar os personagens e fazer as primeiras páginas, mas foi só... Bom, o nome da historinha era "Love Competition" e se tratava das eternas brigas do Gabriel com a Carla(personagens a esquerda), sempre querendo provar pros outros quem era o melhor em tudo. Não preciso dizer que é claro que eles se apaixonam um pelo outro e que isso gera muita confusão. É uma típica novelinha adolescente, mas mesmo assim, muito melhor do que "Malhação", a meu ver.

Catlin

Essa é a mesma personagem que já postei aqui antes, a Catlin, daquela história de piratas. É a versão dela criança. É que na história, ela não é pirata quando pequena, depois é sequestrada e vira uma pirata. Eu adorei desenhar essa personagem. Essa  história eu ia desenhar com uma amiga minha, a Carolina Mylius, mas para variar, como sempre, a gente acaba tendo muitas coisas para fazer na vida e não toca pra frente muitos desses  projetos legais. Espero que algum dia a gente ainda volte a esse projeto, porque a história valia a pena, era muito legal mesmo.

Ah, queria saber a opinião de vocês sobre o conto que postei "O rato e a formiga na pós-modernidade tardia", espero que tenham gostado, mas além dos elogios também quero ouvir as críticas. Abraços a todos!

O conto do rato e da formiga na pós-modernidade tardia

 
 
Um rato e uma formiga da atualidade estavam em frente a seus computadores conversando pela internet. O assunto girava em torno da crise mundial pós-guerra do Iraque. O rato era muito entendido de política e, por ser bem mais velho que a formiga, tentava explicar a ela todas as implicações históricas que envolviam os Estados Unidos em questões internacionais. A formiga, na verdade, era meiga e avoada, mal sabia o que se passava pelo mundo à sua volta. Não gostava de ler jornais e de nada que desse notícias ruins. Preferia viver no seu mundinho poético e feliz. Pois é, ela escrevia belas poesias. O senhor rato, por sua vez, havia feito duas faculdades, uma de direito e a outra de arquitetura. Fez doutorado na Sorbonne dos ratos e era presidente de um clube de ficção cientifica. Era o membro mais velho da Academia de Letras dos Ratos Anônimos. A formiga, enquanto escrevia suas perguntas para o rato, tentava criar um poema que falasse sobre a sua sensação alada das coisas. Uma mistura da conturbação mental que a correria consumista pós-moderna a fazia sentir. O senhor rato lhe falava sobre a inevitabilidade de uma terceira guerra mundial muito próxima e de um fim do mundo ainda mais próximo e inevitável. Falava da sensação de insasiedade e ansiedade gerada pela mídia da atualidade. E o papel que a mídia teve veiculando a última guerra para o mundo, como se fosse um filme ficcional, o qual ela deliberadamente podia escolher quem seriam os mocinhos e os bandidos. Falava do poder das imagens e da palavra...
            A mocinha tinha dificuldades de apertar nas teclas, afinal, sendo formiga, não tinha muita força nas patinhas e resolvia esse grave problema pulando de tecla em tecla até conseguir encadear os pensamentos. O senhor, por sua vez, era bem mais rápido, com suas patas treinadas, escrevia textos com sapiência em poucos minutos. Assim, se percebia claramente que os textos do rato eram maiores e mais ligeiramente chegavam à formiga. Esta entre devaneios e calmarias, ia seguindo seu rumo poética e delirantemente, contudo, contemporaneamente, o que estragava a pura poesia arcadista... O romantismo era enterrado, pois a este ela sobrepunha toques dadaístas e parnasianos, sem falar quando o rato lhe inspirava idéias do naturalismo/realismo, incitando-a a achar que toda aquela crise pérfida era culpa do meio. Ou no mínimo destes cientistas que terminaram de mapear o genoma humano. Ele contava vitória dizendo que logo que eles decifrassem tudo que era necessário sobre os tais genes que o compõe, encontrariam, enfim, a explicação para todos esses distúrbios humanos que o tal Freud quis explicar com teorias vãs. E enterrariam qualquer possibilidade de existir nova poética humana.
            Tal coisa a formiga não poderia aceitar com naturalidade. Afinal, ela que fazia a faculdade de Letras e que amava os clássicos gregos, não poderia nunca se distanciar das epopéias, tragédias e comédias, tais quais eram descritas por Aristóteles. Ela era jovem e pulsava em sonhos de querer construir um mundo novo em cima daqueles ideais filosóficos antigos. O rato já era mais pessimista, ou realista como ele gostava de salientar. Costumava dizer que no mundo sempre imperara a lei do mais forte e que isso não mudaria jamais. Não importava quanto os fracos pudessem sonhar com algo diferente, a verdade é que quem o poder tivesse, o utilizaria para esmaga-los a seu bel-prazer. A formiga resistia a tal pensamento pragmático que lhe tolhia as utopias como uma avalanche natural, cataclisma que ela, em nome dos fracos e amigos do cristianismo, queria evitar. Tentava em vão formular argumentos com base em fatos empíricos, enquanto o rato rebatia um a um com a água gélida de uma lógica formada por um pensamento ainda mais empirista e concreto, a seu ver.
            Foi de repente que o rato ouviu o estrondo na janela. Barulho ensurdecedor aquele, até parece que o fim do mundo chegou e está formulando uma guerra no ferro-velho aqui a meu lado, pensou ele. Instintivamente, como raramente agiu em sua vida, ele olhou para a janela. Nela criatura estranha se encontrava. Tinha os pêlos ouriçados, olhos famintos, corpo arquejado, quase acuado, atitude entre opressiva e ansiosa. O rato paralisado tentava ler os pensamentos que passavam naqueles olhos de fera, onde um fogo de crueldade vivia. O bicho estava todo desgrenhado, sujo e babava, o rato teve asco e o nojo foi aumentando à medida que a criatura fazia menção de descer da janela e se aproximar. Contudo, o bicho estancou, como que paralisado pelo olhar do rato. E por muito tempo os dois ficaram naquela ansiosa espera. No ar pairava a tensão. Nas mentes a confusão, o dilema: o que poderá acontecer? O rato petrificara de medo, cada vez via mais pensamentos mórbidos no olhar da fera que cuidava cada milímetro de seu corpo, como se já saboreasse o gosto de sua carne magra. Queria gritar, mas a fala não saía, até a respiração já estava trancada há tempos. Ele já não sentia os músculos, estavam todos retesados. As células já não recebiam o oxigênio necessário. E as suas escolhas estavam entre o desmaio antes da morte e o desmaio depois desta. Nessa hora, ele começou a pensar em sua vida miserável, em quanto tempo passou pensando que viveria demais e que não era necessário ter tanto contato com os amigos, pessoas tão enfadonhas e chatas que sabiam tão pouco para ter uma conversa decente com ele. Percebeu que sentia falta do carinho que eles poderiam ter lhe dado, afinal, sempre que o convidavam para algo, estava ocupado demais, baixando coisas pela internet ou estudando em seus velhos livros as fórmulas da vida. Nesses segundos antes dos desastres, o espírito por toda a vida passa os olhos internos e a tudo julga com severidade. Assim fez o rato ao lembrar que não acreditava em vida após a morte e nem naquele Deus onisciente que a formiga tantas vezes quis lhe demonstrar que pelo bom senso existia. Lembrou de quantas vezes ela lhe falou sobre vidas passadas e existências futuras, mas que a tudo ele refutou com um sorriso irônico nos lábios de quem sabe mais e a tudo entende melhor. Entretanto, não fora mau nessa vida, nem se negara a ajudar aqueles que dele precisaram, só não fora tão agradecido a ponto de ser mais do que apenas cortês. Mas dele nunca houve grandes queixas, assim como nunca ninguém esperou dele grandes feitos, e era, por isso, que se sentia derrotado por aquele pessimismo poderoso. Tinha uma certa inveja da família de Freud e da ignorância de seus próprios amigos. “De que vale a verdade se nela podemos nos afogar e com ela não podemos ter uma vida digna?”, assim se perguntava o pobre rato condenado. Talvez fosse melhor ter passado a vida toda acreditando numa feliz mentira. Na realidade, pela primeira vez na vida ele já não estava mais certo de a verdade estar realmente do lado dele. Por que aquela morte tão estúpida que ele já adivinhava que lhe seria guardada? Seria ela mesmo merecida?
            A formiga do outro lado da linha telefônica ignorava completamente a cena dantesca que acontecia na casa do rato. Começou a estranhar a demora da resposta muito tempo depois, porque estava ainda absorta na produção de uma poesia que deveria convencer o rato a ter esperança de que o fim do mundo seria adiado por aquele Deus no qual ele não acreditava. Tarefa difícil a dela!
            O monstro não parava um só minuto de fitar o rato atormentado. Dos olhos da criatura uma lágrima de fome surgiu. Quem poderia crer no que se passava? Em segundos, o rato percebeu que o menino faminto dele se apossava e em pouco tempo sua vida sem sentido terminava. O menino com olhar cansado se encolheu num canto daquele lugar tão limpo que contrastava com a sujeira que ele trazia em si. Sem entender por que tinha de passar fome ou por que devorar alguém poderia ser um erro ele deitou e dormiu, mas não pôde sonhar, nunca pôde.
            Na tela do computador abandonado e só, pairava um texto deixado por alguém que esperava que a mensagem fosse lida por um grande amigo. Uma pequena mensagem ficava na tela para sempre à espera... A tela de descanso do computador ficou negra e a sala esquecida no tempo e na escuridão.

Andréia Cristina Saffier

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Alex

Essa é a Alex, personagem que inventei para participar da história que estou desenhando sobre os Cavaleiros do Zodíaco. Cavaleiros foi o primeiro animê que eu assisti, sempre gostei e sempre que vejo algo novo saindo sobre isso é muito nostálgico. Como sou do signo de áries e sempre gostei do personagem Mu, acabei querendo fazer essa história sobre ele, mas também quis criar uma amazona minha. Enfim, acabei colocando os dois na história, quem não tem ainda o fanzine em que publiquei essa história, ainda pode conseguir comigo... Mas só tenho poucos números ainda. Fiz 200 cópias e já vendi ou troquei quase todas...

Sakura e a Tomoyo

Adoro a Sakura e a Tomoyo de "Sakura Card Captors", enfim, adoro tudo que o Clamp faz. Gostaria de ter uma equipe como a delas e criar muitas histórias como elas fazem. Admiro muito o traço, acho delicado e poderoso ao mesmo tempo... Por isso fiz esse desenho, em homenagem a esse grupo. Abraços a todos!

Catlin


Essa é a Catlin, uma personagem que criei para uma história de piratas. Ainda não tive tempo para desenhar essa história, mas consegui pelo menos terminar esse desenho com as cores da personagem... Estou fazendo 2 outras histórias agora, por isso, fica complicado voltar a essa de piratas. Contudo, como estava passando o filme dos Piratas do Caribe essa semana e eu andei vendo uma parte(nunca vi inteiro, mas adoro o Jack Sparrow), fiquei com vontade de postar esse desenho aqui pro pessoal olhar. Depois me digam o que acharam...